Quem é você?
Gabriel Matos, sócio de uma indústria de artefatos de cimento em Osório, no Rio Grande do Sul. Trabalho na fábrica há dez anos. O Matoscore nasceu porque eu precisava dele — e eu mesmo escrevi. Você fala comigo do primeiro contato ao suporte, sem intermediário.
Quantos clientes o sistema tem?
Poucos, e prefiro ser claro sobre isso. O sistema roda hoje um grupo de duas empresas, em produção diária. Não é um produto de massa e não pretende ser. Se você quer um ERP com dez mil clientes e central de atendimento, existem ótimas opções — e eu te indico na primeira conversa.
E se você parar? Eu fico na mão?
Pergunta certa, e você deveria fazê-la a qualquer fornecedor. Em contrato fica previsto: o código do que for seu fica com você, a base de dados é sua e exportável a qualquer momento, e o sistema roda em infraestrutura padrão de mercado que outro desenvolvedor assume.
Vocês migram os dados do sistema antigo?
Sim — cadastros, saldo de estoque, histórico de pedidos e financeiro em aberto. O que se migra e o que não vale a pena migrar é definido no diagnóstico, porque é onde a maioria das implantações trava.
Quanto custa?
Depende do porte e do caminho. Não passo um número antes de entender a operação, porque chute nessa hora costuma sair caro para os dois lados — mas você sai do diagnóstico com a faixa de investimento por escrito.
Atende todo o Brasil?
Sim. Implantação e suporte são remotos, o que é padrão no setor há anos. Para projetos maiores, visita presencial na fase de levantamento faz diferença e pode ser combinada.